Foto: Fonte: FedEx.
Com o voo do 14-Bis, construído pelo brasileiro Alberto Santos Dumont, em 23 de outubro de 1906, no Campo de Bagatelle, Paris-França, o mundo testemunhava a primeira aeronave mais pesada que o ar a ganhar altitude por meios próprios. A partir de então, o século XXI acompanhou o nascimento e o rápido desenvolvimento deste meio de transporte que revolucionaria a humanidade: o avião.
O modal aéreo incorporar-se-ia aos demais sistemas de transporte, diminuindo distâncias, transpondo rapidamente fronteiras e chegando a lugares dificilmente acessados por mar e por terra. Com os aviões, a terceira dimensão nos transportes teria a mesma finalidade dos modal terrestre e marítimo: a movimentação de pessoas e o transporte de mercadorias.
Ano após ano, novos tipos e modelos de aviões saíam dos projetos desenhados em pranchetas para os hangares; dos hangares para os ares. Com motores a combustão, as aeronaves ganhavam, com o passar do tempo, mais potência, maior velocidade, maior autonomia e capacidade de voo.
E para dar sustentação às operações aéreas, estruturas em terra passaram a ser imprescindíveis e indispensáveis para a navegação, o pouso, a decolagem, a manutenção e a comunicação entre e com as aeronaves. A construção de complexos aeroportuários passaria a ser diretamente proporcional às sucessivas inovações tecnológicas incorporadas aos aviões.
Mesmo antes dos aviões, o correio era transportado por balões e dirigíveis. A primeira carga transportada por aeronave ocorreu em 1910, quando alguns rolos de seda foram movimentados de Dayton para Columbus, Ohio (EUA). No ano seguinte, se iniciaram os experimentos com correspondências; em 1914, o serviço aéreo regular começou nos EUA e, em 1925, o correio aéreo se tornou disponível naquele país (ACI, 2019 apud Chagas, 2022).
Com o extraordinário desenvolvimento da aviação, entrou em cena o modal aéreo que multiplicou a velocidade dos transportes, cumprindo importante papel ao estimular as relações econômicas e o intercâmbio de pessoas e mercadorias (Machry, 2011a). Embora seja um dos modais mais novos, é atualmente dos mais relevantes, sobretudo pela possibilidade de ligação intercontinental de forma rápida e ágil (Razzolini Filho, 2009).
Na segunda metade do século XX, um dos maiores desafios no transporte de cargas aérea ocorreu em 1948, durante o Bloqueio de Berlim-Alemanha (pós Segunda Guerra Mundial) a fim de abastecer a cidade cujas vias terrestres foram bloqueadas pela União Soviética e a única forma de acessá-la seria por ar. Diariamente, por um período de 330 dias, eram lançadas cerca de 6.800 toneladas de suprimentos, aproximando-se de 2,26 milhões de toneladas transportadas. Esse é um dos melhores exemplos de como a aviação cumpre função de acessar regiões isoladas (Morrell; Klein, 2019).
Outro marco histórico decorreu do flagelo da COVID-19. A pandemia, a partir de 2020, demonstrou, inegavelmente, a importância do transporte aéreo de cargas para o mercado e para diversos setores essenciais da sociedade. Rotas aéreas garantiram o abastecimento de suprimentos médicos, incluindo vacinas, de forma rápida para todos os continentes (Chagas, 2022). Aproximadamente 60%-70% do tráfego aéreo entre 2020 e 2023 foi realizado por cargueiros devido à significativa redução nos voos de passageiros (Boeing, 2024).
Os casos supracitados denotam que o transporte de cargas se baseia no princípio da necessidade de um produto (local de destino) e uma oferta deste mesmo produto (local de origem). Isso significa que a locomoção de um ponto a outro aumentaria conforme o crescimento da demanda (Chagas, 2022). Neste contexto, se infere que a matéria-prima, a produção e o consumidor não localizar-se-iam próximos, criando um problema de logística, cujo papel fundamental caberia à atividade de transporte (Machry, 2011b apud Barbosa, 2026).
Por isso, o transporte aéreo de carga desempenha um papel único no comércio global devido à sua confiabilidade, velocidade e segurança incomparáveis. Embora menos de 1% do volume comercial seja transportado por aviões, as mercadorias transportadas por via aérea tendem a ser perecíveis, de alto valor ou com prazo de validade, que, em conjunto, geram cerca de 35% do valor do comércio mundial (Boeing, 2024), quando a velocidade e a segurança são pré-requisitos para o transporte daqueles produtos (IATA, 2020). Diante disso, fica claro que a atividade de transporte aéreo seria fundamental para que a logística cumpra com a função de distribuir bens e produtos ao mercado consumidor (Razzolini Filho, 2009).
Interessante notar que crises econômicas influenciam negativamente o tráfego global de carga, enquanto o crescimento econômico promove o desenvolvimento do transporte aéreo. E mais! O Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, é a melhor medida da atividade econômica global de modo que a demanda por transporte, resultante da atividade econômica, cria grandes oportunidades para o crescimento da carga aérea. Daí, pois, se verificar a forte relação entre as variações do PIB e a quantidade de carga aérea transportada, ao longo dos anos (Matera, 2012).
Assim, a produção industrial e o comércio de mercadorias estão fortemente interligados, com a primeira influenciando o volume, o valor e o frete aéreo da segunda. Para se ter uma ideia, a produção industrial mundial cresceu 3,2% em relação a 2024-2025, levando a um aumento de 6,7% no tráfego de carga e crescimento de 6,5% do comércio (IATA, 2025).
Não por acaso, o mercado enfrentou desafios significativos no início de 2023 (incerteza econômica global), mas apresentou uma forte recuperação no segundo semestre daquele ano, demonstrando resiliência a longo prazo (Boeing, 2024).
Ao modal aéreo de cargas, nesse cenário, se atribui uma importante função estratégica para a fluidez do capital, pois é o modal responsável por transportar uma importante parcela de produtos de alto valor agregado, sensíveis em relação ao tempo, bens de consumo, bens duráveis, mercadorias perecíveis, baixo peso e dimensionamento e com urgência de entrega (Razzolini Filho, 2009; Machry, 2011a; Matera, 2012; Silveira; Quintilhano, 2015).
Apesar da volatilidade global, o comércio aéreo entre a América Latina e a América do Norte permanece robusto, impulsionado por fortes laços econômicos e proximidade geográfica. México e Brasil, as maiores economias latino-americanas e com fortes laços com a América do Norte, representaram mais de 40% de todas as exportações aéreas latino-americanas para a América do Norte em valor (Boeing, 2024).
Destaca-se que o aumento vertiginoso do e-commerce nos últimos 10 anos refletiu diretamente na demanda por carga aérea, projetando-se um crescimento de 20% nos próximos cinco anos. Um novo concorrente que desafia a FedEx e a UPS é a Amazon Air cujos recursos financeiros e sua comprovada capacidade de inovação resultaram em uma impressionante rede de mercados atendidos por aeronaves cargueiras contratadas que transportam as suas encomendas, com impactos diretos na carga aérea global (ACI, 2020). Inclusive, é estimado que o mercado aéreo de cargas cresça em média 4,1% por ano até o ano de 2041 principalmente pelo desenvolvimento do e-commerce ao redor do mundo.
Além disso, os setores de vendas e de produção industrial possuem expectativas de crescimento para os próximos anos, consequentemente aumentando a demanda pelo transporte aéreo (BOEING, 2022 apud Chagas, 2022).
No Brasil, o transporte aéreo foi fundamental para estabelecer conexões entre as regiões mais distantes, isto é, entre os grandes centros urbanos e a região litorânea por força da dimensão continental do país e uma forte diversificação socioeconômica. Assim, o transporte aéreo de cargas poderia ser a opção mais rápida e segura em disponibilizar produtos, bens e serviços no momento e no lugar onde existem as demandas, caracterizando-se como facilitador entre a expedição de produtos acabados e seus clientes finais (Razzolini Filho, 2009).
Ressalta-se que, no Brasil, o mercado de carga internacional, que teve rápida recuperação e superou os números pré-pandemia já em 2021, voltou a apresentar crescimento em 2024 (10%). Enquanto isso, o transporte de carga no mercado doméstico superou pela primeira vez o valor observado no período pré-pandemia (2019), com aumento de 8% (ANAC, 2025).
Conforme o Anuário do Transporte Aéreo (ANAC), de 2024, somente para o mercado internacional, foi possível constatar o crescimento do transporte de cargas no Brasil, com uma maior intensidade a partir de 2021 (Quadro 1). Por ser considerado um meio de transporte caro, estes dados refletem diretamente a capacidade do setor produtivo, denotando um aquecimento na economia.
Quadro 1: Carga paga e correio por nacionalidade da empresa (mercado internacional)
Fonte: Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC, 2025).
Desta forma, se conclui, parcialmente, que o transporte aéreo de cargas surgiu, desde os primórdios, para apoiar a movimentação de mercadorias de uma área produtora para uma região consumidora, impactando diretamente no processo de trocas comerciais. Esta atividade, seja no âmbito doméstico, seja no contexto global, influencia diretamente o escoamento da produção e fomenta a circulação de capital, denotando uma estratégia que beneficia o desenvolvimento econômico de países que dele usufrui.
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